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Foi numa pequena aldeia de Castelo de Paiva que começou a linda história do Zezé do Café Central. O autor conta os hábitos e costumes dos povos e regiões por onde a personagem principal passou com o seu pau de peregrino ligando o leitor a uma realidade de viagem de vida que podia ser a sua.

O trabalhador do exterior não abandona a sua pátria, fica com ela no canto da saudade onde um Sol brilhante habita constantemente.

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Romance o Casimiro Romance o Casimiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CASIMIRO

O colhedor de trevo a quatro

 

Como todas as manhãs, Casimiro, novo reformado, levantou-se às 6h00 da manhã, preparou-se e tomou o seu café e, ainda em pijama, enfiou por cima um casaco, vestiu umas calças, calçou os sapatos e saiu com a sua cadela bastarda, de cor loura, amarela e branca. Como gostava de colher o trevo a quatro, não fazia 50 metros sem meter os olhos na beira dos caminhos à procura do seu trevo do dia.

Em outubro, numa manhã fresca e com muitas folhas a cair, Casimiro, num dos caminhos habituais, viu entre as folhas um sapato de cor preta quase novo. Em volta, uma bicicleta e, mais à frente, uma perna de uma senhora sem sapato e com uma mancha de sangue. Casimiro levou as mãos aos olhos, esfregou-os, mas a sua cadela foi logo cheirar a pessoa. Casimiro chamou pela cadela:

- Linda, vem cá, fica quieta e senta-te - e esta obedeceu.

Ao mesmo tempo, Casimiro aproximou-se do corpo e viu que era uma jovem com alguns ferimentos na cara e que estava sem sentidos. Casimiro, como tinha alguma ideia sobre primeiros socorros, verificou a pulsação da jovem e concluiu que aquela estava com vida, mas sem sentidos. Tentou reanimá-la e, olhando para todos os lados para pedir ajuda, não viu ninguém nos arredores. Nem mesmo a velha chata que ele encontrava todos os dias com o seu pequeno cão. Tentou mais uma vez reanimar a pessoa e, ao fim de uns momentos, ela começou a pestanejar. Casimiro sentou-se a seu lado e falou-lhe sem lhe mexer. Alguns minutos depois, ela disse:

- Tenho dores numa perna e na cabeça.

Assim começa o lindo romance

Casimiro o colhedor de trevo a quatro, numa manhã de outono se passeia com a sua cadela à beira da ribeira de Brügg e encontra uma rapariga acidentada assim começa este romance que poderia ser a imagem de milhões de pessoas no mundo! Casimiro uma personagem cativante e carinhosa imaginada pelo autor vai servir de guia neste aventura de homem bom que nasceu para ajudar os mais fracos e necessitosos.

O autor quis dar uma realidade à sua obra em conjugando, observações de viagens e situações passadas e presentes da sociedade em geral, deixando também bocados fragmentados da sua vida na qual muitas das vezes foi surpreendido pelos acontecimentos do desconsidero de uns e outros.

O autor ao escrever num estilo simples, deixa uma intromissão de reflexão nos casos da indiferencia que a sociedade tem com os mais frágeis.

Deixando um poço de sentimentos em muitas passagens que vão da descoberta, afeto, alegria, tristeza, medo, raiva, repugnância e surpresa.

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